
Nem sempre sintomas semelhantes indicam o mesmo problema. Dificuldades de atenção, alterações de memória e mudanças comportamentais dia a dia, por exemplo, podem ter diferentes causas. Por isso, a avaliação psicológica em diagnósticos complexos pode oferecer informações complementares para compreender o quadro clínico do paciente.
O tema ganhou destaque na reportagem publicada pelo portal Mundo RH, com a participação de André Martin Marquez Ventura, psicólogo, mestre em Psicologia Clínica e consultor acadêmico da Giunti Psychometrics | Vetor Editora.
Na matéria, o especialista aborda como os instrumentos psicológicos e neuropsicológicos podem contribuir para esclarecer dúvidas diagnósticas. Além disso, André destacou a importância de considerar o histórico do paciente.
Quando a avaliação psicológica pode contribuir?
Sintomas de diferentes condições podem ser confundidos. Em adultos, por exemplo, dificuldades de concentração podem estar relacionadas ao TDAH, mas também à ansiedade, à depressão ou ao esgotamento.
Nesse contexto, a avaliação psicológica em diagnósticos complexos pode ajudar a investigar aspectos cognitivos, emocionais e comportamentais. Entretanto, os resultados precisam de uma interpretação cuidadosa e integrada.
Afinal, a aplicação de um teste não determina, sozinha, um diagnóstico. O profissional da psicologia deve considerar as particularidades de cada caso, os dados clínicos e os objetivos da investigação.
O papel da avaliação neuropsicológica na investigação clínica:
A avaliação neuropsicológica também pode oferecer informações relevantes diante de queixas cognitivas persistentes ou hipóteses diagnósticas que exigem maior investigação.
Além de auxiliar na compreensão do funcionamento cognitivo, seus resultados podem apoiar o acompanhamento clínico. Contudo, a escolha dos instrumentos depende das necessidades de cada paciente e da questão que se pretende investigar.
A atuação conjunta entre profissionais de diferentes áreas da saúde também favorece uma compreensão mais ampla dessas situações.
Confira a reportagem completa no Mundo RH:
Como diferenciar manifestações semelhantes? Em quais situações uma avaliação complementar pode fazer sentido?
Confira essas e outras questões no link a seguir:

